Como pode o gestor de TI preparar-se para o cibercrime?

Como pode o gestor de TI preparar-se para o cibercrime?

Os números não enganam: em 2016 mais de 978 milhões de pessoas, espalhadas por 20 países diferentes, foram vítimas de algum tipo de cibercrime, segundo dados da Norton Cyber Security. Os ataques informáticos estão a aumentar em todo o Mundo e isso é resultado da digitalização dos negócios e da nossa própria vida quotidiana. Uma vez que existem cada vez mais dispositivos conectados à rede, também existem cada vez mais portas de entradas para os criminosos digitais. No mundo empresarial, um ataque informático pode ter consequências fatais para a continuidade do negócio, pelo que é fundamental que a segurança seja encarada como uma necessidade real e em constante crescimento. No artigo de hoje, vamos responder à seguinte questão: como pode o gestor de TI preparar-se para o cibercrime?

Identificar os pontos mais vulneráveis

O gestor de TI precisa de fazer um trabalho preventivo, analisando todos os dados, softwares e processos da empresa para perceber quais são os pontos mais suscetíveis de sofrerem ataques informáticos. Nesta fase, o gestor de TI deve identificar quais são os arquivos mais importantes para a organização e deve fazer de imediato backup destas informações.

Usar mascaramento de dados em ambientes de teste

As soluções de mascaramento de dados permitem que os dados sejam protegidos desde que estão a ser trabalhados em ambientes de teste até que são armazenados. O mascaramento de dados cria uma versão estruturalmente idêntica da base de dados, mas em que estes são trocados por dados realistas, mas fictícios. Isto faz com que os dados fiquem protegidos e se mantenham confidenciais. Um processo manual para proteger os dados consome muito tempo e recursos humanos pelo que a melhor opção é recorrer a ferramentas que façam o processo de modo automático, como o Datapeers.

Formar os colaboradores

Os colaboradores precisam de estar informados sobre a importância de proteger a informação e só com a formação adequada ficarão conscientes desta necessidade. Os colaboradores têm na sua posse informações valiosas da empresa, como contactos de clientes, códigos de cartões de crédito ou projetos confidenciais. Assim, é necessário garantir que os dados que possuem não se perdem. A formação contínua sobre formas de proteção dos dados é vital nas empresas atualmente.

Criar acordos rígidos de confidencialidade

As empresas externas que precisam de aceder aos dados confidenciais da sua empresa devem assinar termos de confidencialidade. As empresas na área de TI muitas vezes precisam de aceder a dados privados da empresa e é necessário que exista uma proteção para que os dados não passem para o exterior. Assinar um acordo de confidencialidade vai aumentar muito o comprometimento da empresa que está a trabalhar connosco.

Ter uma solução de disaster recovery

Por muito que o responsável de informática faça o seu melhor, podem sempre existir problemas, dado que as ameaças informáticas estão cada vez mais sofisticadas. Um plano de recuperação de desastres pode ser a salvação de uma empresa. Este documento contempla todas as ações e procedimentos a serem tomados em caso de falhas, de modo a recuperar os serviços informáticos sem comprometer os dados. Problemas com os servidores, falhas em máquinas e vírus na rede são alguns dos problemas que podem acontecer numa empresa e comprometer toda a segurança. O RAAS é uma solução que permite recuperar servidores virtuais em segundos, garantindo que nenhuma informação se perde mesmo em casos mais extremos de ataque.

 

Sobre o autor

andreia.rocha administrator

1 comment so far

Tendências de gestão de TI para 2019Publicado em9:18 - Jan 23, 2019

[…] já chegou e com ele trouxe novas tendências de gestão de TI. Depois de um 2018 em que a segurança da informação esteve na ordem do dia devido à chegada do […]

Deixar uma resposta